nem foi preciso tirar o plástico…

… e fiquei logo a saber que tinha comprado a coisa certa. recentemente, devido aos problemas do meu antigo nokia (de vez em quando lembra-se de não enviar as mensagens… ah, como eu tenho saudades da sonyericsson…), decidi comprar outro telemóvel baratucho. decidi-me pelo samsung e1120, com uma autonomia anunciada de até 540/9h em standby e conversação, respectivamente… Tem tudo o que eu preciso, desde sms até chamadas, é o telemóvel perfeito! percebi isso logo pela caixa porque tiveram o cuidado de escrever “simplicity” de um dos lados. o manual de utilizador só referencia algumas funcionalidades menos comuns como as mensagens sos e o mobile tracker, funcionalidades para situações de emergência/roubo, etc. fora isso, é complicado alguém não perceber todos os menus e funcionalidades disponíveis, que quase se contam pelos dedos e numa profundidade que muito raramente excede os 3 níveis, a contar do menu principal…

é impressionante como banalidades…

… do dia a dia podem ser tão complexas. ao escrever uma pequena página para me recolher as previsões meteorológicas parei um pouco (pela n-ésima vez) para pensar na quantidade de informação que viaja milhares de kilómetros em meia dúzia de fios numa fracção de tempo pouco longe da imperceptibilidade humana. o mesmo quanto aos browsers, pois hoje foi a primeira vez que li como trabalhar com cookies (a página guarda a última cidade visitada para acessos posteriores) e aprendi que tenho de procurar o meu par “nome=valor” no meio de tantos quantos o browser guarda para o endereço, todos amontoados em strings. um browser realmente destacado da concorrência devia ser mais do que suficiente para fundar e lucrar uma empresa…

the world’s bug inventory…

… grows every day. yesterday i was trying to import a formula anywhere from (la)tex to inkscape, so i could render it to any size i wanted. in the (failed) process i encountered several applications that didn’t work correctly or simply just didn’t do the trick as i expected. also when browsing some of the application’s websites i had a “page not found” answer. yesterday seemed like everything in the world that wouldn’t work correctly dropped at my browser step.
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casting malloc…

… is a matter most c programmers have questioned themselves about once or twice, at least, by now. to do or not to do, that is the question! i have been recently penalized by 2.5 percent in a program, along with a colleague, by not casting the result of the malloc function (a pointer to void, void *) to whatever type we want to use. we have questioned ourselves sometimes before the submission of the work, and so we went and searched for it on google. small forum conversations and programming tutorials suggested that this was no longer necessary, since the void pointer was created to leave the char pointer behind as the arbitrary pointer to objects (data). that was when we decided not to cast.
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esta manhã fiquei com a impressão…

… de ter descoberto o motivo para escolher os computadores e a telemática para aprofundar nestes 5 (try 6…) anos de universidade. segundo o que me veio à cabeça a minha opção deve-se ao facto de eu gostar de perceber como funciona a maioria dos nossos utensílios diários. acontece que o computador, a par da internet, é o utensílio diário de cada vez mais indivíduos, quer por motivos profissionais quer por motivos sexuais pessoais.

para muitas pessoas o computador não passa de uma caixa negra, muitas vezes branca, crescentemente colorida; software então… isso aumenta ainda mais o meu interesse porque nunca gostei de pertencer à maioria (contemporânea). o meu futuro, como o de muitos outros, não se poderá limitar a trabalhos rotineiros, ou seremos desempregados em prol da índia e da china. espero assim, um dia, marcar a diferença thinking outside the box.

há menos de tempo nenhum…

… todos atrofiavam comigo por ser dono de um portátil de 14.1”. era muito pequeno, diziam eles! agora é raro o dia que eu não vejo um@ gaj@ com aspecto encapsulado numa caixa invisível, mais precisamente em postura “pré-homo sapiens” a utilizar computadores que mais parecem tamagotchis — os netbooks.

eu adoro o conceito, e sendo fã da asus tenho um certo orgulho que tenha sido o eee aquele que introduziu o vício (pelo menos é o que me pareceu), mas sinceramente, isto não são portáteis para uso normal! já os portáteis normais são uns verdadeiros epic fail em ergonomia, o que dizer dos mesmos em tamanho pequeno…

cada um sabe de si…

i believe names are…

… an important part of a project. i really like the name archlinux, it even has a twitch, as you are supposed to pronounce it like “arklinux”, not “arshlinux”. it’s a really cool name. lately, though, i’m coming to think that maybe it should change to aingnbsdlalfs. change is something many promised lately (and many people live of, by the way), but why bother change? change is only good if it brings better along, and this change brings nothing better along, just meaning.
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parece que é o fim…

… destes artistas de palmo e meio e muitos outros com idade para ter juízo. Consta que o próximo guitar hero vem carregado com uma guitarra eléctrica a sério. Entre outras alterações, a evolução visa dar a um certo grupo de jogadores a oportunidade de se aproximar um pouco mais do real deal e despertar um interesse, quem sabe, por tocar a sério ou mesmo compor. a ver vamos!