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	<title>bugflux.org &#187; science</title>
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	<description>André Prata, nDray</description>
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		<title>depois da vida</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Jul 2010 20:45:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nDray</dc:creator>
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		<description><![CDATA[este é o título do programa da tvi, um pouco mais do que cor de rosa. ao que consta consiste num espaço de contacto com os falecidos, por intermédio da senhora anne germain. este é um tema que me suscita &#8230; <a href="http://bugflux.org/blog/1337:depois-da-vida/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>este é o título do <a title="depois da vida @ tvi.iol.pt" href="http://www.tvi.iol.pt/pag_fsc.html?id=3837" target="_blank">programa da tvi</a>, um pouco mais do que cor de rosa. ao que consta consiste num espaço de contacto com os falecidos, por intermédio da senhora <a title="annegermain.co.uk" href="http://www.annegermain.co.uk/" target="_blank">anne germain</a>. este é um tema que me suscita muito interesse, e tem duas faces. uma que sempre me cativou muito, curioso de todas as ciências; e outra que sempre me revoltou, exposto a todas as trapaças. querendo ser das pessoas com a mente mais aberta para estas questões, quero com este texto apenas explicar que poderes como os demonstrados no programa são muito fáceis de falsear. no caso da tvi não há quaisquer dúvidas da falsificação, que é até muito pobre.</p>
<p>esta trapaça não passa de uma ciência a que se dá o nome de <a title="cold reading @ youtube.com" href="http://www.youtube.com/watch?v=Xswt8B8-UTM" target="_blank">leitura fria</a>. com a quantidade de treino apropriada, virtualmente qualquer pessoa pode dominar esta arte, e tornar-se num habilidoso leitor de mentes, ou comunicador com os mortos. posso resumir esta ciência em 3 partes principais, que levam pessoas mais susceptíveis a deixar-se enganar pelo que ouvem. vou usar como caso de uso o programa da tvi, como exemplos de sucesso o mentalista <a title="derrenbrown.co.uk" href="http://derrenbrown.co.uk/" target="_blank">derren brown</a>, e como ciência algumas personalidades espalhadas.</p>
<p><span id="more-1337"></span></p>
<p style="text-align: center;">&#8230;</p>
<p><strong>afirmações de barnum</strong>: <a title="phineas barnum @ wikipedia.org" href="http://en.wikipedia.org/wiki/P.T._Barnum" target="_blank">phineas barnum</a> observou um dia que &#8220;temos algo para todos&#8221;. o que ele queria dizer com esta afirmação é que num conjunto de pessoas, incluindo o universo, é possível encontrar um termo comum a todas. esse termo comum pode ser específico ao ponto de todos acharem que foi especificamente detalhado sobre si, sendo na verdade uma coisa generalizada. isto é uma ferramenta usada para fraudes como a astrologia, e a arte de ler mentes.</p>
<p>em 1948 o professor <a title="bertram forer @ wikipedia.org" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bertram_Forer" target="_blank">bertram forer</a> fez uma <a title="forer's effect @ wikipedia.org" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Forer_effect#Forer.27s_demonstration" target="_blank">experiência</a>:</p>
<blockquote><p>disse aos seus alunos que iria fazer uma leitura individual das suas personalidades, com base nos resultados dos testes de avaliação. cada aluno teve a oportunidade de classificar o grau de sucesso dessa leitura. o professor conseguiu uma cotação média de 4.26, numa escala de 0 a 5. de facto o professor devia ser muito bom a interpretar as personalidades com base nas respostas dos testes, excepto o facto de que a leitura que fez não foi individual, mas a mesma para todos.</p></blockquote>
<p>o mesmo texto conseguiu descrever com aparente especificidade a personalidade de dezenas de pessoas com um grau de confiança de 85%. derren brown fez exactamente o mesmo <a title="derren brown forer's effect @ wikipedia.org" href="http://www.youtube.com/watch?v=btP_vy5cQq4" target="_blank">teste</a>:</p>
<blockquote><p>com base num objecto pessoal de alguém e no contorno da sua mão desenhada numa folha, conseguiu fazer uma leitura específica de indivíduos na inglaterra, estados unidos, e espanha. um deles anunciou uma eficácia de 99% na leitura da sua personalidade, e muitos indicaram também 80 a 90%. mais uma vez, o texto foi o mesmo para todos, e escrito meses antes de sequer ter contacto com quaisquer objectos ou imagens.</p></blockquote>
<p>a minha mãe viu o último &#8220;depois da vida&#8221;, e contou-me que num dos casos a senhora afirmou que a morte de alguém suscitou uma enorme revolta. trata-se uma verdade que abrange muita gente! se eu me dou ao trabalho de ir ao programa para ter contacto com alguém que perdi, é seguro dizer que essa perda foi trágica, e me causou revolta. não existe um ente querido que morra justamente. anne germain contava também que uma menina teria queimado uma refeição. parecendo isto uma coisa muito específica, é na verdade muito comum. qualquer pessoa que cozinhe com regularidade já deixou queimar uma refeição. se o evento tiver sido recente, o efeito dessa afirmação é muito poderoso; se tiver sido apenas uma torrada há um ano terá menor impacto, mas não deixa de ser uma verdade!</p>
<p style="text-align: center;">&#8230;</p>
<p>o que leva à segunda parte, a <strong>susceptibilidade</strong>. uma boa parte da nossa personalidade, especialmente nestes temas muito susceptíveis à experiência de cada um, tem tendência a filtrar partes irrelevantes, e a encontrar sentido específico em aspectos vagos. neste exemplo do contacto com os mortos, a tarefa de um medium está simplificada porque este é chamado a falar com mortos, e todas as pessoas presentes vêm já há várias semanas a pensar nas pessoas que perderam.</p>
<p><a title="michaelshermer.com" href="http://www.michaelshermer.com/" target="_blank">michael shermer</a> <a title="strange beliefs @ ted.com" href="http://www.ted.com/talks/michael_shermer_on_believing_strange_things.html" target="_blank">afirma</a> e <a title="the pattern behind self deception @ ted.com" href="http://www.ted.com/talks/michael_shermer_the_pattern_behind_self_deception.html" target="_blank">defende</a> que o homem tem tendência a acreditar em coisas estranhas. tal acontece como forma de instinto básico de sobrevivência, e algo que nos permitiu evoluir enquanto espécie. a nossa capacidade de encontrar associações e padrões, mesmo quando não existem, foi desde cedo uma ferramenta que nos permitiu tomar decisões seguras em momentos críticos:</p>
<blockquote><p>um roçar de arbustos numa selva pode ser só o vento ou pode ser um predador. chama-se padrão à associação entre o roçar de arbustos e a presença de um predador, pelo risco que este apresenta. seja qual for o caso, a opção mais segura é sempre assumir que se trata de um predador pois, assumindo o vento, estamos condenados no caso de estarmos errados. assim o homem, bem como muitos outros animais, desenvolveu esta capacidade de encontrar padrões em tudo o que o rodeia. ou melhor: os homens que tinham esta capacidade desenvolvida levaram a melhor! =)</p></blockquote>
<p>no entanto esta capacidade de encontrar relação causa-efeito encontra muitas vezes o seu extremo, a que chamamos de superstição. a superstição é o que nos leva a encontrar imagens de cristo em torradas. derren brown <a title="trick or treat s02e06 part1 @ youtube.com" href="http://www.youtube.com/watch?v=IDi2NlsA4nI" target="_blank">demonstrou</a> este conceito de uma forma muito simples, e ao mesmo tempo absurda, com base na <a title="pigeon's superstition @ wikipedia.org" href="http://en.wikipedia.org/wiki/B._F._Skinner#Superstition_in_the_pigeon" target="_blank">experiência</a> de <a title="burrhus skinner @ wikipedia.org" href="http://en.wikipedia.org/wiki/B._F._Skinner" target="_blank">burrhus skinner</a>.</p>
<blockquote><p>um molho de pessoas é encurralada numa sala, que pensavam ser uma festa. fechadas as portas surge um painel a informar de que devem concluir 100 pontos em 30 minutos para que as portas se abram, e outro a dizer que ao abrir as portas, ganham 500 libras, visíveis do outro lado da porta (motivação!). na sala existe um conjunto de objectos espalhados, os contadores são zerados, e a experiência começa.</p>
<p>os intervenientes começam-se a questionar como será que pontuam, e à medida que interagem entre si e com os objectos na sala, tentam encontrar uma relação entre as acções que tomam e o efeito no contador. no entanto chega-se ao ponto em que as suas acções são completamente absurdas, e causam muito entretenimento aos espectadores.</p>
<p>completamente absortos pela tarefa de encontrar os padrões que dão pontos, não reparam no painel que, desde o início, informa que as portas são destrancadas ao fim de 5 minutos e, se saírem, ganham 30 mil libras cada um.</p></blockquote>
<p>na verdade os pontos eram incrementados sempre que um dos peixes num aquário rectangular passasse uma risca central. isto demonstra claramente que a capacidade de procurar padrões em tudo por vezes leva o indivíduo a alhear-se da racionalidade, e a acreditar nas coisas para as quais num dado momento encontram sentido.</p>
<p>isto demonstra claramente que é possível encontrar certos truques de linguística, ou simples sociologia, que nos permitem proferir afirmações para as quais é fácil uma pessoa encontrar significado, que parece muito específico, apesar de ser inicialmente muito genérico (ruído!). desafiei a minha mãe a questionar-se neste caso do sentimento de revolta, relativamente à morte mais recente que ocorreu na família. inicialmente disse que não sentia qualquer tipo de revolta pelo acontecido, apesar de ter sido uma perda muito sentida, e trágica, mas passado um ou dois minutos tinha já encontrado 2 ou 3 situações que suscitaram uma enorme revolta aquando da perda.</p>
<p>aquilo que inicialmente parece descabido, com um pouco de reflexão adapta-se à nossa realidade de uma forma muito intensa. somos nós que criamos sentido particular para uma afirmação que não passa de algo muito genérico. pior do que isto é a facilidade com que se esquece uma série de afirmações sem nexo se finalmente surgir uma que parece fazer todo o sentido.</p>
<p style="text-align: center;">&#8230;</p>
<p>como se isto não bastasse, e os artistas não tivessem já ferramentas suficientes, a talvez mais poderosa de todas, é a <strong>expressão </strong><strong>corporal</strong>. uma parte importante da leitura fria consiste em determinar se as afirmações proferidas são verdadeiras ou falsas, qual o efeito que têm no sujeito, e para onde seguir a partir daí. sem que nos apercebamos, o nosso corpo está constantemente a deixar escapar informação. a forma dessa fuga não é exacta nem universal que permita a utilização do polígrafo, mas para um mesmo sujeito é relativamente constante. derren brown é um exímio detector de mentiras, como se pode ver nesta <a title="derren brown lying game @ youtube.com" href="http://www.youtube.com/watch?v=LWtr-0QKnhc" target="_blank">performance</a>.</p>
<p>não é verdade para todos os casos, mas os <a title="neuro linguistic programming search results @ amazon.co.uk" href="http://www.amazon.co.uk/s/ref=nb_sb_noss?url=search-alias%3Daps&amp;field-keywords=neuro+linguistic+programming&amp;x=0&amp;y=0" target="_blank">livros</a> de <a title="neuro linguistic programming @ wikipedia.org" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Neuro-linguistic_programming" target="_blank">programação neurolinguística</a> avançam nas primeiras páginas com a interpretação dos movimentos dos olhos de acordo com o raciocínio que as pessoas fazem. por exemplo, se as pessoas estão a processar memórias tendem a olhar para a esquerda. se estão a produzir, no entanto, tendem a olhar para a direita. isto varia de pessoa para pessoa, mas é o mais comum entre destros, tendo eu próprio verificado o oposto para esquerdinos. os sinais são tão poderosos que muitas vezes nem sequer seguem o discurso, que é falso. não seria a primeira vez que uma pessoa me conta uma história e refere, por exemplo, a existência de outras 2 pessoas mas, enquanto o diz, levanta 3 dedos. podendo significar outra coisa (a inclusão de si próprio), confrontamos o locutor com a incoerência e acabamos por descobrir que de facto havia mais 3. como não se tratam de ciências exactas, ainda cabe a pessoas com excelentes capacidades de observação tirar o melhor partido das circunstâncias.</p>
<p>subtilidades à parte, o trabalho de um medium é muito fácil, pois uma afirmação correcta com conteúdo emocional resulta em demonstrações fortes do indivíduo. o trabalho de anne germain em particular é muito fraco, metódico, e probabilístico. a fórmula de introdução é sempre a mesma, e começa por não arriscar muito sobre quem se encontra presente.</p>
<blockquote><p>por exemplo, na presença de um casal desolado é seguro arriscar que a morte tenha sido de um filho, mas leva o seu tempo até admitir se é rapaz ou rapariga, e fá-lo com base nas reacções (diferenciadas) dos progenitores.</p>
<p>também pode a meio descobrir que afinal era pai, mas aí o discurso que usou vai talvez permitir-lhe admitir que o(a) filho(a) é a pessoa em causa, e não o espírito!</p>
<p>em alternativa pode esquecer por completo o fracasso e procurar outra coisa diferente. vi isto numa leitura onde começa por dizer que vem o pai ou avô de uma senhora de meia idade. a morte de uma destas pessoas, ou ambas, é altamente provável, mas vista a completa ignorância da senhora, passa logo a dizer que esse senhor traz com ele um espírito mais jovem, com o qual continua a conversa, e nunca mais se fala no idoso que queria ser o primeiro a falar, mas nada disse.</p></blockquote>
<p>não só as introduções e as despedidas são sempre as mesmas, mas o discurso também nunca é revelador e extemamente repetitivo. a série acaba por ser um entretenimento (exactamente onde a tvi categoriza o programa, também) de mau gosto e péssima performance. como a coisa ainda é nova em portugal, passa incólume&#8230; se procuram entretenimento deste género procurem pelo material de derren brown que, tirando alguns momentos de marketing, sempre foi &#8220;honesto acerca da sua desonestidade&#8221;!</p>
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		<title>tudo tem o seu tempo</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Jul 2010 10:37:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nDray</dc:creator>
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		<description><![CDATA[já toda a gente pensou em viagens no tempo. talvez voltar ao passado para corrigir alguma coisa, talvez para chegar mais depressa ao futuro. bem, em discussão recorrente dizem-me que não se pode voltar ao passado; ir para o futuro &#8230; <a href="http://bugflux.org/blog/1177:tudo-tem-o-seu-tempo/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>já toda a gente pensou em viagens no tempo. talvez voltar ao passado para corrigir alguma coisa, talvez para chegar mais depressa ao futuro. bem, em discussão recorrente dizem-me que não se pode voltar ao passado; ir para o futuro já se faz, em pequenas escalas; dependendo da velocidade que se consiga atingir, pode-se avançar tanto quanto se queira, em teoria.</p>
<p><span id="more-1177"></span></p>
<p>eu acho que a viagem no tempo é um tema de conversa muito interessante, mas não suporto que se fale dela em termos científicos, muito menos em tom de leis. a primeira:</p>
<blockquote><p>não se pode voltar atrás no tempo, as fórmulas não o permitem. é um mecanismo que a natureza tem de se proteger!</p></blockquote>
<p>parece razoável: como é que se lidava com alterações no passado que criassem paradoxos no presente? boa pergunta, mas não ter resposta prova a impossibilidade? há milhares de anos era &#8220;impossível dar a volta ao mundo&#8221;, pois &#8220;o mundo era plano&#8221;. hoje é impossível voltar atrás no tempo, mas porquê?</p>
<blockquote><p>se voltasses atrás no tempo e morresses, o que é que acontecia agora, que estás a falar comigo?</p></blockquote>
<p>não sei, mas isto não prova que não é possível, só prova ignorância. eu não sei explicar o que acontece no meu cérebro que me permita escrever, no entanto escrevo. mas sei que o cérebro tem um papel no processo, já é qualquer coisa. para defender a resolução deste paradoxo gosto da física quântica, que afirma a existência de ramificações de universos num grande multiverso. isto é, se eu voltar atrás no tempo e morrer, estou a criar uma bifurcação. numa delas estou aqui, a escrever. noutra não estou, e outras coisas totalmente diferentes acontecem.</p>
<blockquote><p>viajar para o futuro é possível, e está provado. os sistemas de gps precisam de ajustes devido ao facto de estarem afastados da terra. segundo einstein, o tempo passa mais devagar perto de objectos de grande massa.</p></blockquote>
<p>bem, duas brincadeiras. claro que é possível viajar no tempo para o futuro. estou a fazê-lo neste preciso momento. não me sinto parado no tempo. corpos de grande massa: sim, se estiver ao pé de uma menina gorda o tempo parece passar mais devagar do que se estiver ao pé de uma menina elegante. =) relatividade de einstein. sabia umas coisas, o homem!</p>
<p>para provar estas teorias, usam-se relógios atómicos. uns na terra, uns no espaço, outros ali pela atmosfera às voltas para um lado e para o outro. no fim juntam-se e todos mostram durações diferentes. o que eu sei sobre os relógios atómicos é que são muito precisos, regulares. o que eu sei também é que um relógio não sustenta a noção de tempo. isto é, porque é que se diz que o tempo contrai e dilata e não se diz que o relógio alterou o seu período? se calhar as diferentes condições de velocidade e de massa condicionam o funcionamento dos relógios, e não o tempo em si.</p>
<blockquote><p>se circundares a terra à velocidade da luz durante 40 anos, quando aterrares passaram 10&#8217;000 anos na terra, ou coisa que o valha.</p></blockquote>
<p>até pode ser, mas o facto de eu ter envelhecido apenas 40 anos não implica que o tempo tenha mudado. explica apenas que eu envelheci a uma taxa de 40 anos por 10&#8217;000. o que mudou, a meu ver, foi a minha percepção do tempo, e a velocidade dos meus mecanismos biológicos. se é essa a noção de tempo, então claro que é fácil viajar, mesmo para trás: qualquer envelhecimento reversível.</p>
<p>não tenho para mim que envelhecer mais rápido ou mais devagar em relação a outros seja viagem no tempo. viagem no tempo consiste em saltar entre momentos diferentes de um tempo a 3 dimensões, se é que existem! há tanta coisa escrita que nem me atrevo a citar (nem a ler!). acredito em viagens no tempo, claro, e que o homem conseguiria controlar, mas acho que a extinção chegará antes desse dia. sem a discussão e as teorias científicas não era possível avançar, mas deixo isso para os tolos. por enquanto, e com tantas incertezas, o tema ao café não passa de filosofia.</p>
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		<title>extreme programming</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Sep 2009 22:17:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nDray</dc:creator>
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		<description><![CDATA[i have always been amazed by the power of each and every single person&#8217;s brain. some state that we usually squeeze a mere 10% of its capacity. i partly believe this. some accidents and misfortunes cause people to become absolute &#8230; <a href="http://bugflux.org/blog/814:extreme-programming/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>i have always been amazed by the power of each and every single person&#8217;s brain. some state that we usually squeeze a <a title="people only use 10% of the brain @ scientificamerican.com" href="http://www.scientificamerican.com/article.cfm?id=people-only-use-10-percent-of-brain" target="_blank">mere 10%</a> of its capacity. i partly believe this. some accidents and misfortunes <a title="my brilliant brain: make me a genius @ video.google.com" href="http://video.google.com/videoplay?docid=-6378985927858479238" target="_blank">cause</a> <a title="my brilliant brain: born a genius @ video.google.com" href="http://video.google.com/videoplay?docid=-1955232874558919934">people</a> to <a title="the boy with the incredible brain @ video.google.com" href="http://video.google.com/videoplay?docid=4913196365903075662" target="_blank">become</a> <a title="kim peek, the real rain man @ youtube.com" href="http://www.youtube.com/watch?v=k2T45r5G3kA" target="_blank">absolute genius</a>es, so who is to say that a broken computer is supposed to work faster than a mint one? also don&#8217;t take this the sexist way, but apart from susan polgar, whose brain was molded as a child, forcing her <em>embedded face recognition system</em> to play chess like, let us say, not kasparov or karpov, i have never seen a brilliant-minded girl.<br />
<span id="more-814"></span><br />
a few weeks ago i was watching a show on public television about a brilliant boy, who wasn&#8217;t even that great, and also not humble, which is a quality that i require from any person if simpathy and appeal are to be met. anyways, it was not only until later that i realised she wasn&#8217;t a boy. it was a girl, with very manly looks, at age 12! so this kind of reinstates my surprise towards the question&#8230;</p>
<p>but to stay on topic, i find it curious as well the fact that we have a dominant hand, for example. why should it be like that? why should my left hand be so incapable if it is pyisically identical to my right one, even though i play<del>ed</del> the piano and was actually pretty good at it? this sort of questions, along with some inspiration from a new idol, keeps my mind really busy, pleading to solve these questions, and reminding me that computers are just a tool. i don&#8217;t like computers, i just happen to deal with them quite good! my university course is just a hobby, my real passion is laying in the lawn and wish to understand all of this, like no one has before.</p>
<p>of course that&#8217;s not going to happen, but i still like to lay on the lawn, so i&#8217;ll keep doing it, but this is the report of my first day trying to free my left hand from the chains. i&#8217;m doing it first because i think it&#8217;s stupid not being able to do simple stuff with one hand and second because it&#8217;s healthy brain exercisve. i have been using the mouse on my left hand since today, and actually notice some improvement. i managed to correctly wash my teeth with it, remembering it was quite a weird task a few weeks ago when i first tried it. i have been playing some flash point and shoot games with my left hand and i&#8217;m almost as bad as with my right hand, so i feel this is working. my goal is to become ambidextrous, so i&#8217;ll start pushing a pen with the left tomorrow, or the day after that.</p>
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		<title>bollocks and screwups</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Sep 2009 11:44:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nDray</dc:creator>
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		<description><![CDATA[even a nonsense, unlike of course the tree of life, spat out by david attenborough, should be at all times taken seriously. please consider as well attending darwin&#8217;s mistake.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>even a nonsense, unlike of course the <a href="http://www.wellcometreeoflife.org/" title="wellcometreeoflife.org" target="_blank">tree of life</a>, spat out by <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/David_Attenborough" title="david attenborough @ wikipedia.org" target="_blank">david attenborough</a>, should be at all times taken seriously. please consider as well attending <a href="http://darwin.inazores.net/" title="darwin @ inazores.net" target="_blank">darwin&#8217;s mistake</a>.</p>
<p><object type="application/x-shockwave-flash" style="width:560px; height:340px;" data="http://www.youtube.com/v/H6IrUUDboZo&#038;hl=en&#038;fs=1&#038;rel=0&#038;hd=1"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/H6IrUUDboZo&#038;hl=en&#038;fs=1&#038;rel=0&#038;hd=1" /></object></p>
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		<title>porque deus quis assim</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Aug 2009 09:09:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nDray</dc:creator>
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		<description><![CDATA[eu sou agnóstico (talvez mesmo ateu) como, aliás, muita gente, alguns mesmo sem saber. para muitos que as histórias da bíblia, especialmente a de adão e eva, não passam de contos de fadas. e é verdade, não passam. parece que &#8230; <a href="http://bugflux.org/blog/757:porque-deus-quis-assim-2/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>eu sou agnóstico (<a href="http://www.google.com/search?q=atheism+vs+agnosticism" title="atheism vs agnosticism @ google.com" target="_blank">talvez</a> mesmo ateu) como, aliás, muita gente, alguns mesmo sem saber. para muitos que as histórias da bíblia, especialmente a de adão e eva, não passam de contos de fadas. e é verdade, não passam.</p>
<p>parece que a nova geração, forçada pelos pais a frequentar a catequese, mal se apanha nas disciplinas de biologia, não quer saber de outra coisa senão ciência. para estes, a revolta traduz-se numa <a href="http://www.latimes.com/news/opinion/la-oe-mooney11-2009aug11,0,6581208.story" title="holy war on religion @ latimes.com" target="_blank">guerra santa</a> contra a religião.<br />
<span id="more-757"></span><br />
nas mãos destas pessoas a única arma que serve de ataque e defesa é o evolucionismo. a primeira coisa a considerar sobre o evolucionismo é de que este não passa de uma teoria. ninguém pode jurar que uma evento ocorreu desta ou daquela forma sem o presenciar. por muitos indícios de que o macaco evoluiu para o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Human" title="human @ wikipedia.org" target="_blank">homem</a> não podemos dizer ao certo se foi isso que aconteceu. claro que eu acredito nisso, e reservo algum preconceito a quem não acredita. mas recuando um pouco mais no tempo, torna-se muito mais complicado acreditar na espontaneidade com que o a ciência procura explicar o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Abiogenesis" title="abiogenesis @ wikipedia.org" target="_blank">aparecimento</a> de vida.</p>
<p>a <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Evolution" title="evolution @ wikipedia.org" target="_blank">evolução</a> existe, está estudada e observada em laboratório, mas a <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Modern_evolutionary_synthesis" title="modern evolutionary synthesis @ wikipedia.org" target="_blank">ideia</a> de como esta evolução terá ocorrido no passado nunca pode perder o rótulo de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Theory" title="theory @ wikipedia.org" target="_blank">teoria</a>.</p>
<p>podendo ainda considerar que de facto a vida surgiu de forma espontânea, fica por explicar o aparecimento do inânime. aceitar o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Big_Bang" title="big bang @ wikipedia.org" target="_blank">big bang</a> como um <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Fact" title="fact @ wikipedia.org" target="_blank">facto</a> científico é uma coisa que deve ser bem analisada, porque o big bang não passa de uma ideia partilhada por muita gente de como se poderia ter formado o universo, como o conhecemos. e mesmo assim não explica o instante anterior! poderá existir um &#8220;instante inicial&#8221; sem algo para responsabilizar?</p>
<p>tudo isto deve servir de reflexão, pois a defesa cega destas teorias coloca os cientistas num lugar divino, eleitos pela revolta de toda a gente que se recusa a acreditar no sobrenatural. e afinal não deixa de ser uma <a href="http://www.southparkstudios.com/episodes/103800" title="go god go @ southparkstudios.com" target="_blank">atitude</a> <a href="http://www.southparkstudios.com/episodes/103801" title="go god go xii" target=_blank">irracional</a>, pois a coerência de tudo isto depende de coisas talvez impossíveis de explicar, como deus.</p>
<p>a minha ideia do universo é que se trata de uma partícula de poeira num laboratório de homólogos nossos para os quais temos tamanho ínfimo&#8230; e também esses&#8230; e os outros&#8230; &#8230;</p>
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		<title>nunca me deixes jurar&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Apr 2009 19:37:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nDray</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8230; pela morte de alguém, ou coisa parecida, pois era o que estava capaz de fazer em relação ao uma ou duas insígnias se estarem a desprender do gabão&#8230; ao pegar na linha e agulha começo à procura da dita &#8230; <a href="http://bugflux.org/blog/584:nunca-me-deixes-jurar/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230; pela morte de alguém, ou coisa parecida, pois era o que estava capaz de fazer em relação ao uma ou duas insígnias se estarem a desprender do gabão&#8230; ao pegar na linha e agulha começo à procura da dita cuja, no meio de tão poucas, e não consigo encontrar nenhuma minimamente descosida. coisa traiçoeira, a memória.<br />
<span id="more-584"></span><br />
se já ouviste falar em efeitos placebo e coisas do género és capaz de acreditar que corpo são em mente furada não serve de nada. basta pensar também um pouco em alucinogénicos e drogas em geral. quer exista quer não, o teu cérebro faz de ti o inimaginável! coisa engraçada, a inteligência. talvez aprenda um pouco mais <a href="http://www2.bio.ua.pt/bionoite/index.php?menu=100" title="biologia na noite 8 @ ua.pt" target="_blank">esta noite</a>.</p>
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		<title>eu sempre me reconheci muito pacato&#8230;</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Mar 2009 22:36:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nDray</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8230; mas ainda assim algo me soava exagerado. para confirmar as minhas suspeitas vem-me esta gaja confessar que as mulheres apanham a moca a falar. as palavras dela são mesmo mais chocantes: diz que falar lhes dá a mesma sensação &#8230; <a href="http://bugflux.org/blog/352:eu-sempre-me-reconheci-muito-pacato/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230; mas ainda assim algo me soava exagerado. para confirmar as minhas suspeitas vem-me esta <a href="http://www.louannbrizendine.com/" title="louannbrizendine.com" target="_blank">gaja</a> confessar que as mulheres <a href="http://www.dailymail.co.uk/femail/article-419040/Women-talk-times-men-says-study.html" title="women talk 3 times more than men @ dailymail.co.uk" target="_blank">apanham a moca</a> a falar. as palavras dela são mesmo mais chocantes: diz que falar lhes dá a mesma sensação que a heroina para os agarrados.<br />
<span id="more-352"></span><br />
20k palavras é quanto debitam, em média, por dia. 13k mais que os homens. a diferença encontra-se ao nível cerebral, onde as mulheres reservam mais tecido para a conversa do que os homens. para compensar esta diferença, os homens pensam mais em sexo, sendo a correspondente parte do cérebro 2 vezes maior. enquanto que nos homens o pensamento deverá ocorrer com uma periodicidade de 52 segundos, a mulher contenta-se com um por dia.</p>
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		<title>marte não vai&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 23:40:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nDray</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8230; parecer tão grande como a lua a nenhuma hora da noite de 27 de agosto deste ano nem de qualquer outro, ao contrário do que teimam em fazer circular todos os anos. a 27 de agosto de 2003 marte &#8230; <a href="http://bugflux.org/blog/61:marte-nao-vai/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230; parecer tão grande como a lua a nenhuma hora da noite de 27 de agosto deste ano nem de qualquer outro, ao contrário do que teimam em fazer circular todos os anos.<br />
<span id="more-61"></span><br />
a 27 de agosto de 2003 marte esteve a 55&#8217;758&#8217;006 quilómetros da terra, mais próximo do que alguma vez há pelo menos 60 mil anos. a lua orbita a terra a cerca de 385 mil quilómetros. marte continuava 144 vezes mais distante da terra e apenas 2 vezes maior do que a lua, pelo que &#8220;tão grande como a lua cheia&#8221; é difícil de conceber&#8230; seria possível se olhássemos para marte com um telescópio de 75x com um olho e para a lua com o outro. de outra forma marte não seria mais do que uma estrelinha avermelhada no céu escuro.</p>
<p>marte aproxima-se da terra de 2 em 2 anos, mas não chegará tão perto num futuro próximo. a próxima <a href="http://mars.jpl.nasa.gov/allabout/nightsky/nightsky03.html" title="opposition @ nasa.gov" target="_blank">oposição</a> ocorrerá às 19:37 de 29 de janeiro de 2010 e marte ficará a 99&#8217;330&#8217;000 quilómetros do nosso olhar, muito mais longe do que em 2003&#8230;</p>
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		<title>sexo no espaço&#8230;</title>
		<link>http://bugflux.org/blog/46:sexo-no-espaco/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Jul 2008 08:52:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nDray</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8230; é coisa em que ninguém pensa&#8230; a questão permanece um tabu, mas a verdade é que ocorre. é uma prática corrente em meios isolados. no mês passado, antes de a antártica mergulhar numa noite de 6 meses, a estação &#8230; <a href="http://bugflux.org/blog/46:sexo-no-espaco/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230; é coisa em que ninguém pensa&#8230; a questão permanece um tabu, mas a verdade é que ocorre. é uma prática corrente em meios isolados. no mês passado, antes de a antártica mergulhar numa noite de 6 meses, a estação de investigação <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/McMurdo_Station" title="estação mcmurdo @ en.wikipedia.org" target="_blank">mcmurdo</a>, que pode albergar 1&#8217;258 residentes, recebeu um pacotinho de cerca de 16&#8217;500 preservativos.<br />
<span id="more-46"></span><br />
<a href="http://www.laurawoodmansee.com/" title="laurawoodmanse.com" target="_blank">laura woodmanse</a> é autora de 3 livros espaciais, o último dos quais intitulado <em>sexo no espaço</em>, onde explora algumas posições que poderão funcionar no espaço, entre outras questões menos pertinentes. o mundo empresarial já tem o conceito debaixo de olho e <a href="http://www.livescience.com/blogs/2008/07/01/japanese-us-firms-offer-space-weddings/" title="casamentos no espaço @ livescience.com" target="_blank">falta pouco</a> para te poderes casar e passar lua de mel no espaço&#8230;</p>
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