unintended (dis)honesty

this morning i slipped to my boss/coordinator/teacher that i don’t have aspirations of going too far in my professional career. well, given some thought, that’s sort of a lie. what i usually mean by this is that i don’t want to be the head of something too large to handle on the nine to five schedule! for as long as i’ve known myself, i always felt great for being complimented. i often get that for being good at what i do, so i’ll keep trying!

for the next “year”, the big thesis road, my mind is more or less settled on working on top of odtone. maybe you laptop-owner-linux-user will read my name in a few manpages in the future! =)

crisis of a middle-class citizen

it hasn’t always been the case, but le’me say that i regard myself as an intelligent, handsome guy. back in grade school my intelligence meant that teachers enjoyed setting my goals up high, and my handsomeness meant that people wouldn’t always account for my intelligence. what my intelligence therefore meant was that my anticipation of the future was one of a hard-working man, most devoted to his professional success, and what my handsomeness therefore meant was that people disappointed me for discarding my ability to attract and delight, inside as much as out.

i thankfully never fully embraced these ideas, though.

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tudo tem o seu tempo

já toda a gente pensou em viagens no tempo. talvez voltar ao passado para corrigir alguma coisa, talvez para chegar mais depressa ao futuro. bem, em discussão recorrente dizem-me que não se pode voltar ao passado; ir para o futuro já se faz, em pequenas escalas; dependendo da velocidade que se consiga atingir, pode-se avançar tanto quanto se queira, em teoria.

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inverse perspective mapping

one of this year’s projects, and also the subject of my mini-research scholarship, was automating the process of obtaining an inverse perspective map (ipm) for an autonomous driving robot.

autonomous driving robots frequently use cameras for object and road detection. after detecting such elements in an image it must be able to locate them in the real world, or else the image serves no purpose. that’s the ipm: a means of associating points in an image to points in the car coordinate system. to do obtain it, one only has to understand the transformations that occur when points are projected in an image and undo all those steps, for each point of the image, thus obtaining the real coordinates of each pixel.

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são poucas vergonhas destas…

… que fazem com que pessoas que pagam impostos para que o ensino seja generalizado e relativamente ausente de custos fiquem revoltadas. este tipo de actuação é tomada como exemplo pela sociedade em geral e descredibiliza por completo os ideiais de que um ensino público é a chave para o crescimento económico e social de uma nação. para muitos a possibilidade de frequentar o ensino superior não passa de uma garantia de que ainda passarão alguns anos de farra até que tenham de enfrentar as dificuldades da vida, mas é preciso que se saiba que há pessoas para quem o ensino superior é mesmo a opção mais complicada, mas praticamente necessária ou, pelo menos, digna e merecida.

esta manhã fiquei com a impressão…

… de ter descoberto o motivo para escolher os computadores e a telemática para aprofundar nestes 5 (try 6…) anos de universidade. segundo o que me veio à cabeça a minha opção deve-se ao facto de eu gostar de perceber como funciona a maioria dos nossos utensílios diários. acontece que o computador, a par da internet, é o utensílio diário de cada vez mais indivíduos, quer por motivos profissionais quer por motivos sexuais pessoais.

para muitas pessoas o computador não passa de uma caixa negra, muitas vezes branca, crescentemente colorida; software então… isso aumenta ainda mais o meu interesse porque nunca gostei de pertencer à maioria (contemporânea). o meu futuro, como o de muitos outros, não se poderá limitar a trabalhos rotineiros, ou seremos desempregados em prol da índia e da china. espero assim, um dia, marcar a diferença thinking outside the box.

o problema das aulas…

… a que ninguém vai, e estou a falar das orientações tutoriais, inventadas algures na implementação do processo de bolonha, tem a ver com o facto de a maioria dos professores se limitar a sumariar as aulas após a sua ocorrência. isto é, o trabalho a desenvolver nas ditas cujas é determinado no decorrer da mesma e é proposto pelo aluno, raramente pelo professor.
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