sem dúvida o semestre mais cansativo de sempre. por mais amor à universidade e à vida de estudante, estou farto deste ano. farto de aulas, farto de departamentos, farto de avaliações. estou farto de estar farto, mas nem vontade tenho de mudar isso. com o fim à vista, que mude por si.
e nada que uns mergulhos matinais não resolvam ainda esta semana; há lá melhor alívio do que o fundo da piscina, sufoco tolerável…
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quantos de nós se apercebem das manobras sociais de que somos vítimas diaramente? um quinto da população portuguesa tem facebook. mais de metade da população islandesa também. quem é que ia gostar do facebook se recebesse um “dislike” numa coisa que partilhasse? claro que o botão não existe, era o fim da rede…
ninguém me tira da cabeça o my brute, tamanhas as conversas que tive de aturar durante os almoços… quem é que voltaria a um site onde via o seu boneco levar porrada todos os dias? eu continuo a apostar que mais de metade dos adversários eram aleatórios do sistema, feitos só para levar na boca e deixar as pessoas felizes, para que voltassem.
mas e o preço a pagar pela lucidez?
i have left this private for a few weeks, grew tired, but now it’s back online. not like anyone cares, but it’s still something for me, just another way of looking back, in the future!
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nem para a porrada, pois isto nem sequer precisa de resposta!
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cheguei agora de um passeio antes do almoço. encontrei um escaravelho, em pleno domingo, a acartar excrementos de coelho para um buraco. já não o vi voltar da toca para arrastar mais dois que ficaram, mas também já tinha guardado algumas vezes o seu peso… e é nestes momentos que eu lamento não investir seriamente em maquinaria fotográfica…
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quem não pensa também não cansa, e o que mais irrita no argumento teísta é que é sempre baseado em premissas que não podem servir de ponto de partida! senão toma lá (e mesmo este é válido!): ”Deus criou o homem à sua imagem; criou-o à imagem de Deus, criou o homem e a mulher. ” Génesis I, 27. Portanto Deus pode ser Gay.
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em nenhum momento do seu artigo nuno marques pereira explica por que motivo a sua bancada se absteve na votação do orçamento participativo. pela defesa tão acérrima da medida até parece que a proposta foi sua!
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os créditos passam e os estudantes, especialmente do sexo feminino, vêm os seus amigos, que se ficaram pelo secundário, com um trabalho das 9 às 5, um ou dois filhos, uma vida estável. não é fácil ver o tempo correr e as hormonas a fervilhar, ainda longe da meta dos 30. 30 porque os estudos só acabam por volta dos 25, mais 5 para iniciar uma carreira, e então sim, é preciso dar o passo decisivo: pessoal ou profissional? ambos os grupos se contemplam com pesar!
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passado que foi um óptimo fim de semana em lisboa regresso a aveiro a tentar intensificar a frequência das sestas neste início de semana, apesar de ser eu o único a ressonar lá na pousada.
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bem… o google desta vez falhou, para mim…
há uns dias, talvez semanas, vi algo na televisão (só vejo ao fim de semana) que gostava de partilhar, mas não encontro links. o que eu vi na televisão, nomeadamente na sic, em rodapé, foi algo que tinha a ver com “gnr” e evento com norte-americanos. eu pensei que se referiam à banda, mas nem gnr nem guns n’ roses, era mesmo a guarda nacional republicana. mais tarde, com imagens, percebi que o relacionamento tinha a ver com o empréstimo das instalações e cavalos para produção de fotografia de uma modelo. bem, as fotos da modelo não encontrei, tenho pena, mas os cavalos da gnr é que parecem ter a imagem à venda.
mas isto não é nada, isto foi só o pretexto para eu escrever, porque uma semana antes dessa notícia eu tinha aprendido no “nós por cá” o insólito serviço que a gnr presta de parar o trânsito para questionários ou coisas semelhantes, a qualquer entidade que o pretenda, pela módica quantia de 24€ por agente por dia destacado para o serviço… também isto não consegui comprovar por meios próprios através da internet, mas reparo na produção do site da gnr, como muitos outros institucionais portugueses, pela fraca navegabilidade e aspecto caseiro.
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