… do 12º ano queixaram-se de que a prova nacional de português tinha sido fácil, enquanto abandonavam as salas com clara disposição de alívio. mas, como não podia deixar de ser, já temos controvérsia em torno dos exames nacionais. ao que parece, “não houve acordo entre os professores que estavam a olhar para a prova em relação a algumas questões de escolha múltipla” e foram usados na prova conceitos da nova terminologia linguística do ensino básico e secundário, mesmo após promessa de que tal não ocorreria.
não tendo conhecimento de como é o funcionamento interno de toda esta comissão responsável pelos exames nacionais, fico sempre com a sensação de que não passam de 5 marmanjos por disciplina que passam o ano a rodopiar nas suas cadeiras de escritório. a uma semana dos exames começam a fazer alguma espécie de festa e as provas são fabricadas na noite anterior à sua realização.
não entendo, sinceramente, como é que os professores que leccionam durante todo o ano e têm várias turmas sob a sua responsabilidade conseguem projectar provas sem questões dúbias e sem problemas deste tipo, e a “autoridade nacional” em termos de avaliação não consegue realizar uma prova sem que suscitem estas questões… será que têm salários reduzidos?
acabou de me tirar um peso de cima, a ministra da educação sra maria de lurdes rodrigues, ao declarar que as críticas destes professores foram um erro… já posso dormir mais descansado, hoje…