it is easy to consider that sometimes technology doesn’t evolve even faster because we are short minded. it’s the classic (days old) example of looking for life only where there’s water and oxygen. ok, sometimes the handicap is just our inability to open our minds, but other times it is just stupidity or, more excusably, imposition of our senses.
Author Archives: nDray
all work, no play
i finally went around buying a new computer. i actually waited a couple of days to start writing this in the new laptop and, my god, this keyboard is an absolute delight to type on…
i scanned the market a lot, as always. at first i was hoping to buy a macbook pro. the pros were battery life, operating system, and good design/construction. the problem is that, more than that, i always look for a good performance/cost compromise. current 13” mbps aren’t the case, and i’d have to wait more than a couple more months for a then-outdated spec list. Continue reading
sign here, here, and here
a few days ago i sold my soul to the institute of telecommunications, here in aveiro. this means a couple of months of android, for starters. i remember saying something about how stupidly android handles applications, compared to bada. well, yesterday i was reading some stuff about it and, my god, this all makes a whole lot of sense to me. it’s a little different approach to the concept of applications. android might just be the next best thing to search, from google. it’s a shame that this is java (i’d still like to see some efficiency data compared to c++, or other real language) and google can’t sell (remember google wave? buzz, what’s that?).
o sonho premiano
é cada vez mais comum ver pelo mercado fora promessas de grandes aplicações e inovações com a realização de concursos. basicamente a ideia é uma samsung, por exemplo, lançar um desafio de desenvolvimento de algo inovador contra a possibilidade de ganhar um prémio de algumas centenas de milhar de euros. geralmente todas as candidaturas estão sujeitas a regras, de entre as quais o facto de a empresa ficar com os direitos sobre a aplicação, ou obrigar a que seja livre.
para o público isto é óptimo. é a garantia de que certamente surgirá algo novo, bom, e ilusão de que o prémio está ao alcance de todos. isto é o sonho americano. a falsa promessa das políticas de direita e do esforço pessoal em vista de um futuro bom. o problema é que estamos perante um ídolos. o sonho não está ao alcance de todos, apenas de um. no entanto todos os outros se esforçaram e devotaram o mesmo tempo e dedicação, apenas não tiveram sorte, e ficaram na miséria.
não está à vista?
comment
no ar
algo que ficou por expandir no último post, e algo de interesse para quem gostou desta performance do derren, especialmente a adivinhação do nome do primeiro namorado da rapariga. para ele adivinhar só nos ocorrem 2 coisas: ou ele já sabia, ou a rapariga é actriz e foi paga para dizer “price”. nenhum dos dois! ele não sabia, e ela não é actriz, mas ambos agiram como tal: ele já sabia e ela não disse a verdade!! mais concretamente ele usou truques para fazer com que ela dissesse “price”, mas convicta de que era mesmo esse o nome, como que por hipnose (que por acaso também usou)! no fim de ler isto é mais fácil perceber, possivelmente.
depois da vida
este é o título do programa da tvi, um pouco mais do que cor de rosa. ao que consta consiste num espaço de contacto com os falecidos, por intermédio da senhora anne germain. este é um tema que me suscita muito interesse, e tem duas faces. uma que sempre me cativou muito, curioso de todas as ciências; e outra que sempre me revoltou, exposto a todas as trapaças. querendo ser das pessoas com a mente mais aberta para estas questões, quero com este texto apenas explicar que poderes como os demonstrados no programa são muito fáceis de falsear. no caso da tvi não há quaisquer dúvidas da falsificação, que é até muito pobre.
esta trapaça não passa de uma ciência a que se dá o nome de leitura fria. com a quantidade de treino apropriada, virtualmente qualquer pessoa pode dominar esta arte, e tornar-se num habilidoso leitor de mentes, ou comunicador com os mortos. posso resumir esta ciência em 3 partes principais, que levam pessoas mais susceptíveis a deixar-se enganar pelo que ouvem. vou usar como caso de uso o programa da tvi, como exemplos de sucesso o mentalista derren brown, e como referência científica algumas personalidades aleatórias.
na crista da onda: anfíbio
depois do fracasso e do sucesso parcial do desenvolvimento para bada, procurei descobrir como seria desenvolver um widget para o telemóvel. surpresa! os widgets não passam de páginas web! apesar de já ter confessado não gostar de programação por eventos, por algum motivo, javascript e html são coisas totalmente diferentes, para mim. talvez por associar scripting tão potente a linguagem de marcação de forma tão simples. não sei, mas gosto!
bolha aviária
na versão televisiva desta notícia, dizia o jornalista que outras entidades, em particular na wall street, estariam interessadas em adquirir o animal, apesar de a sua esperança de vida não ultrapassar um ano.
na crista da onda: parte 2
o flash é uma tarefa impossível, mas nada motivo para baixar os braços. outra aplicação que me interessou desenvolver consistia em procurar routers nas redondezas e, com base em vulnerabilidades conhecidas, ligar-se a eles. claro que os algoritmos sobre as vulnerabilidades não são meus, não tenho a destreza para esse trabalho, mas é uma boa maneira de iniciar interfaces. chamei-lhe Wi-Fi Smith. =)
